O intuito foi avaliar o estado de conservação atual desses locais e determinar os potenciais impactos que a instalação e operação da futura usina poderão causar, propondo medidas de mitigação ou proteção, caso sejam necessárias.
A legislação brasileira exige esse tipo de estudo, conhecido como Arqueologia Preventiva, antes da instalação de empreendimentos passíveis de licenciamento ambiental. O objetivo é garantir que o desenvolvimento econômico, representado pela geração de energia limpa, ocorra de forma harmoniosa, sem destruir o patrimônio cultural da região.
O relatório final da pesquisa será encaminhado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que analisará os dados para deliberar sobre a continuidade do licenciamento do empreendimento.
Paralelamente aos levantamentos técnicos, a pesquisa também incluiu uma etapa de interação com os moradores. Foram realizadas atividades de esclarecimento e divulgação dos bens acautelados junto à comunidade local. Essas ações são fundamentais para informar a população sobre a importância da preservação da história e do patrimônio arqueológico da região.